21 de novembro de 2017 | Convivendo com o Câncer, Notícias | câncer de próstata diagnóstico precoce exercícios na prevenção do câncer novembro azul prevenção Prevenção e Combate tratamento

Novembro é o mês de alerta contra o câncer de próstata

Rotina de exercícios e exames são aliados na prevenção e diagnóstico precoce […]

Rotina de exercícios e exames são aliados na prevenção e diagnóstico precoce da doença

Câncer mais frequente em homens no Brasil – depois do de pele – o tumor de próstata é foco da campanha Novembro Azul. Somente este ano, segundo o INCA (Instituto Nacional do Câncer), são esperados 61.200 casos novos da doença no Brasil, o que acende o alerta para a prevenção e para o diagnóstico precoce, que são essenciais na luta contra a neoplasia.

Anualmente, o câncer atinge um a cada seis homens. Dados da SBU (Sociedade Brasileira de Urologia), mostram que 20% dos pacientes são diagnosticados já em estágios avançados da doença, o que faz com que a taxa de mortalidade chegue a 25%, reforçando a importância de combater o preconceito dos homens em fazer o exame de toque.

“A dosagem do PSA (antígeno prostático específico – proteína produzida pelas células da próstata) acrescentou muito no diagnóstico. No entanto, somente esta análise não é suficiente para a detecção da doença, é imprescindível associá-lo ao exame clínico de toque retal”, ressalta o médico Aurélio Julião de Castro Monteiro, oncologista do InORP/ Grupo Oncoclínicas.

Ainda segundo o médico, homens a partir de 50 anos devem fazer estes exames anualmente. Se for verificada alguma alteração, deverá ser realizada uma biópsia da glândula que poderá confirmar a doença e o grau em que se encontra. “Os tratamentos adotados dependem do estágio da doença. Os mais utilizados, no entanto, são a cirurgia e a radioterapia”, afirma Aurélio Julião.

Atividade física como aliada

Os exercícios físicos também são alternativas eficazes na prevenção ao câncer de próstata. Um estudo da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, mostrou que os homens que se exercitavam vigorosamente 3 horas ou mais por semana tiveram risco de mortalidade pela doença 61% menor do que os do segundo grupo.


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